CerneImersão de Gestão Turma 01

Imersão de Gestão · Turma 01

Um dia inteiro para levar uma empresa real do que dói hoje ao plano de teste.

Vinte e cinco a trinta gestores, uma empresa convidada e quatro etapas — do levantamento dos problemas ao roadmap com indicador e critério de parada. Primeiro o grupo faz; depois se dá nome ao que foi feito.

  • Quarta, 14 de outubro
  • 8h às 18h
  • Montes Claros — MG
O dia

O dia, etapa por etapa.

Nenhuma etapa começa por aula. Há uma empresa, uma mesa e quatro etapas — com café da manhã, almoço e café da tarde no mesmo lugar, para ninguém perder o fio.

  1. Chegada e café da manhã

    A turma chega; a empresa convidada é apresentada.

  2. Etapa 1

    Levantamento

    Como a empresa funciona, processo por processo, e onde dói mais.

    Sai um problema escolhido.
  3. Etapa 2

    O problema certo

    Do sintoma à causa.

    Sai o problema, redefinido.
  4. Almoço, no local

  5. Etapa 3

    A solução a testar

    Hipóteses, alternativas, uma primeira versão de teste.

    Sai uma solução desenhada como teste.
  6. Café da tarde, no local

  7. Etapa 4

    O roadmap

    Plano, indicadores, critério de parada.

    Sai o roadmap.
  8. Fechamento

    O que simplificamos para caber num dia.

  9. Fim

    O plano fica com a empresa. O caminho vai com você.

Cada etapa termina com algo na mesa: um problema escolhido, o problema redefinido, uma solução desenhada como teste, o roadmap.

A pauta de cada etapa cresce conforme o caso pede. O que está aqui é o que não muda.

A empresa

Uma empresa real. Quem senta à mesa por ela.

A empresa convidada senta à mesa por alguém que enxerga o negócio inteiro e conhece a operação de perto — o suficiente para responder o que a turma perguntar e corrigir o que a turma supuser.

Ninguém precisa trazer a própria empresa. O caminho que a turma percorre nela é o que serve para a sua: muda o caso, não o método.

Quem representa a empresa
  • Enxerga o negócio inteiro.
  • Conhece a operação de perto.
  • Topa abrir os processos para a turma. O que é dito na sala fica na sala.
As etapas

As quatro etapas, por dentro.

Cada etapa começa com uma pergunta e termina com algo definido.

  1. Etapa 1 · Levantamento

    Onde dói mais?

    Na prática
    • A turma ouve quem representa a empresa — e aprende a perguntar antes de propor.
    • Desenha como a empresa funciona hoje, de ponta a ponta.
    • Separa o que é trabalho do que é espera.
    • Escolhe, com critério, o problema em que vale gastar o resto do dia.
    Depois, a teoria

    Ferramentas de mapeamento de processo e de priorização.

    O que sai da mesa

    Um mapa e um problema escolhido.

  2. Etapa 2 · O problema certo

    É isso mesmo que precisa ser resolvido?

    Na prática
    • Aprofunda na raiz do problema.
    • Trata cada causa como hipótese até ter evidência.
    • Coloca número na dor, em horas e em reais.
    • Escreve o problema em uma frase, sem solução escondida dentro.
    Depois, a teoria

    Por que separar o espaço do problema do espaço da solução. Por que a primeira definição costuma estar errada — e como redefinir um problema.

    O que sai da mesa

    O problema, redefinido e escrito.

  3. Etapa 3 · A solução a testar

    O que vale testar primeiro?

    Na prática
    • Várias soluções na mesa antes de escolher uma — inclusive as que não custam nada.
    • Cada uma vira hipótese.
    • O teste mais barato que responde à pergunta.
    • O que comprar pronto, o que construir e o que só ajustar no que a empresa já tem.
    • Só o trecho do processo que muda, redesenhado.
    Depois, a teoria

    Hipótese e teste antes de investir. O que vale terceirizar e o que vale fazer dentro de casa.

    O que sai da mesa

    Uma solução desenhada como teste, com a hipótese escrita.

  4. Etapa 4 · O roadmap

    Como saber se funcionou, e quando parar?

    Na prática
    • Os testes em ordem: primeiro o que mais ensina.
    • Indicadores que mostram o ganho e protegem o que não pode piorar.
    • Como medir antes de mudar, mesmo sem sistema.
    • Como comunicar a mudança ao time e a quem decide.
    • O plano em uma página.
    Depois, a teoria

    Indicador de sucesso e critério de parada. Se não chegarmos a X até o dia Y, mudamos de hipótese. Saber parar também é gestão.

    O que sai da mesa

    O roadmap, com indicador, critério de parada, data de revisão e responsável.

  5. Fechamento

    O que simplificamos para caber num dia.

    Dizemos em voz alta o que o dia comprimiu: na vida real, definir o problema certo se faz com quem conhece a operação, não com uma pessoa só. O método é o mesmo; o tempo, não.

Alguns conceitos que atravessam o dia têm nome e autor. Contamos no fim de cada etapa, quando o grupo já fez.

A ordem

Primeiro se faz. Depois se dá nome.

Nenhuma etapa começa pela teoria. Começa por um exercício sobre a empresa da mesa; a teoria chega depois, para nomear o que o grupo acabou de viver. A prática ancora; a teoria nomeia.

O padrão vem das facilitações que o João conduziu na Fundação Estudar, onde se formou facilitador.

Ensinar assim dá mais trabalho — para nós e para a turma. É desenhado para que você saia capaz de refazer o caminho na sua empresa sem precisar de nós depois. Você leva material de apoio para isso.

  • Prática → teoria
  • Prática → teoria
  • Prática → teoria
  • Prática → teoria
Quem conduz o dia

É de onde vem o critério que conduz o dia — não o que a imersão promete a você.

Quem conduz vive dos dois lados: o da operação, onde a folha de pagamento é a maior despesa e o processo é o caminho mais curto para a margem; e o da tecnologia, onde a pergunta certa é o que vale automatizar, e quando.

João Tupinambá
João TupinambáConteúdo e condução

A Imersão é um formato do Cerne. O conteúdo e a condução são de João Tupinambá; o comercial, as parcerias e a operação de cada turma, de Phellipe Cezar.

Sou diretor de operações da Contrei, empresa de medicina e segurança do trabalho de 29 anos.

Foi lá que implantei o ERP do zero, integrei saúde ocupacional, financeiro e atendimento numa base única e cortei pela metade o tempo dos processos. Hoje conduzo os projetos de automação da operação: rotinas que levavam três ou quatro dias passaram a levar meia hora.

Antes disso, liderei equipes de produto no QuintoAndar e na Company Hero. No QuintoAndar, na análise de documentos que antecede a venda de um imóvel, o trabalho manual caiu de 20% para 7% do volume, o prazo entre contrato assinado e resposta final caiu pela metade e os cancelamentos de contrato por análise caíram 30%, sem aumentar o risco. Na Company Hero, criei a área de produto do zero e redesenhei o fluxo de cobrança e mensalidades: menos falhas de cobrança, menos inadimplência, receita previsível.

Sou facilitador formado pela Fundação Estudar, e é de lá que vem a ordem do dia: primeiro o exercício, depois a teoria.

  • Ciência da Computação (UFOP)
  • MBA em Gestão Empresarial (USP)
  • Gestão e Liderança de Produtos de IA (Tera)
  • Facilitador formado pela Fundação Estudar
Phellipe Cezar
Phellipe CezarComercial e parcerias

Comercial, parcerias e a operação de cada turma. É com ele que você fala no WhatsApp.

Fundador da Prime Desenvolvimento Organizacional, consultoria que atua em todo o país e fora dele em estruturação comercial, M&A e valuation. Administrador, MBA em gestão financeira, diretor em sindicatos da FIEMG e criador do Conexão Industrial.

Fora da imersão, o Cerne acompanha decisões dentro da empresa quando faz sentido continuar o trabalho de perto. Quer conversar sobre a sua operação?

Falar com o Phellipe (abre o WhatsApp)
Para quem

Para quem gere a operação no dia a dia.

Não pede formação em produto nem em tecnologia. Pede uma operação sob sua responsabilidade e disposição para destrinchar a de outra empresa.

  • Quem responde pela operação de um setor ou de uma empresa inteira.
  • Quem responde por uma equipe e pelo resultado dela — atendimento, produção, administrativo, financeiro, comercial.
  • Quem precisa decidir com critério e executar com um plano, sem levar tudo para quem está acima.
  • Quem já resolveu o mesmo problema mais de uma vez — e ele voltou.
Perguntas diretas

Perguntas diretas

  • Preciso levar um caso da minha empresa?

    Não. A empresa da mesa é a convidada. O que você leva para casa é o caminho, e ele serve para a sua.

  • Preciso entender de tecnologia ou de gestão de produto?

    Não. Precisa gerir uma operação. Tecnologia aparece como ferramenta quando o caso pede.

  • Vou sair com um plano para a minha empresa?

    Não, e é proposital. Você sai com o plano da empresa convidada, o caminho inteiro para refazer na sua e material de apoio para isso.

  • Qual é o tamanho da turma?

    Vinte e cinco a trinta gestores, trabalhando juntos. Quando há mais procura, abre-se outra turma em data próxima; o tamanho não cresce.

  • As refeições estão incluídas?

    Sim. Café da manhã, almoço e café da tarde, no próprio local.

  • Onde é?

    Na área de eventos do Restaurante Já Vai Li, em Montes Claros — MG.

Próxima turma

Turma 01.

Das 8h às 18h, uma empresa real na mesa.

14 de outubro

Imersão de Gestão · Turma 01

Quarta-feira · 8h às 18h · Área de eventos do Restaurante Já Vai Li · Montes Claros — MG

25 a 30 gestores · Café da manhã, almoço e café da tarde no local

Investimento

12x de R$ 99,70no cartão · R$ 1.196,40

À vista no Pix: R$ 1.000, direto com o Phellipe.

O valor acima não inclui a taxa da plataforma, somada pelo Sympla ao fim da inscrição. No Pix, direto com o Phellipe, não há taxa.

Quando há mais procura do que lugares, abrimos outra turma em data próxima. O tamanho não cresce.